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A Factoria Comunicação tem como filosofia de trabalho prestar atendimento exclusivo a cada um de seus clientes. Para isso, dedica-se a um número reduzido de projetos por vez. Confira abaixo os eventos que a empresa está divulgando no momento e, em Portfolio, os trabalhos realizados em mais de 15 anos.
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Charles Möeller e Claudio Botelho trazem 'Hair' a São Paulo
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Mais do que um espetáculo, ‘Hair’ se tornou um mito. Com a passagem do tempo, o musical se consagrou como espelho e uma das principais referências do movimento cultural e comportamental que mudou o mundo nas décadas de 60 e 70. Assinada por Charles Möeller e Claudio Botelho, esta nova montagem brasileira aporta em São Paulo a partir de 13 de janeiro, no Teatro Frei Caneca, após ser vista por mais de cem mil pessoas no Rio de Janeiro. A empreitada tem produção da Aventura Entretenimento (‘A Noviça Rebelde’, ‘O Despertar da Primavera’, ‘Gypsy’) e patrocínio da SulAmérica Seguros e Banco Volkswagen.
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Mariana Ximenes volta ao teatro dirigida por Guilherme Weber
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Sydney é uma estrela de novela à beira de um ataque de nervos. Tão famosa quanto desequilibrada, ela comete uma atitude extrema após conviver e sustentar um grupo de jovens engajados em causas sociais, todos amigos de seu namorado. Intensa, politicamente incorreta e verborrágica, Sydney é quase um resumo da dramaturgia do norte-americano Nicky Silver e também a responsável pelo retorno de Mariana Ximenes aos palcos depois de nove anos. A partir de 13 de janeiro, a atriz vive a personagem central de ‘Os Altruístas’, no teatro do Espaço Tom Jobim, ao lado de Kiko Mascarenhas, Miguel Thiré, Jonathan Haagensen e Stella Rabello. Guilherme Weber assume a sua primeira direção fora da Sutil Companhia de Teatro. A montagem, que vem de uma bem-sucedida temporada paulista, tem patrocínio da Oi e do Iguatemi e o apoio cultural do Oi Futuro.
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Shows inéditos de Maria Bethânia, Lulu Santos e Sandy marcam a volta do Circuito Cultural Banco do Brasil
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Pela primeira vez, Maria Bethânia dedicará um show inteiramente à obra de Chico Buarque, Lulu Santos cantará a fase roqueira de Roberto e Erasmo e Sandy dará nova roupagem às músicas do ídolo Michael Jackson. Idealizados e dirigidos por Monique Gardenberg, em co-curadoria com Toni Platão, os três espetáculos inéditos acontecerão a partir de novembro, marcando a volta do Circuito Cultural, o bem-sucedido projeto itinerante do Banco do Brasil que durante uma década levou arte e cultura aos quatro cantos do país.
Criado em 1999, o Circuito Cultural Banco do Brasil investiu nas mais variadas formas de manifestações artísticas. Suas 121 ações - de shows de música popular e instrumental a exposições, oficinas, palestras, mostras de vídeos e espetáculos de teatro e dança – percorreram 32 cidades e reuniram um público de mais de 1,25 milhão de pessoas.
Esta primeira série de shows – sempre apresentados em dias consecutivos – começa em Curitiba (Teatro Guaíra, de 18 a 20 de novembro) e depois segue para São Paulo (Via Funchal, de 21 a 23 de novembro), Ribeirão Preto (Teatro Pedro II, de 6 a 8 de dezembro), Goiânia (Teatro Rio Vermelho, de 16 a 18 de dezembro) e Recife (Teatro Guararapes, de 18 a 20 de janeiro). A ideia é, a cada ano, ter grandes artistas da música brasileira abordando o repertório de um grande compositor.
As informações sobre venda de ingressos serão anunciadas em breve.
Maria Bethânia canta Chico Buarque
Desde que pisou profissionalmente no palco pela primeira vez, em 1965, aos 18 anos, Maria Bethânia se firmou como a mais autoral das cantoras brasileiras e não parou de escrever para si uma trajetória singular na história da MPB. Ao longo de 45 anos de trabalho, conseguiu conciliar de forma magistral atributos aparentemente inconciliáveis: reverência ao passado e ousadia; independência artística e sucesso comercial; sofisticação e apelo popular. Foi a primeira mulher a vender um milhão de discos no país. Nunca se atrelou a movimentos, jamais se submeteu a pressão de gravadoras e sempre navegou na contramão do mercado. Tudo isso lhe garantiu uma carreira imaculada, que atravessa as décadas angariando a admiração fiel do público e da critica.
Mais do que cantora, Maria Bethânia sempre gostou de se definir como intérprete. E com justa razão. Ela deu origem a uma linhagem de cantoras que, por força de sua interpretação, tornam-se quase co-autoras das canções que passam por suas vozes. E pelo timbre grave e dramático de Bethânia já passou, e continua a passar, o melhor da música brasileira.
Entretanto, de todos os compositores que interpretou, nenhum ganhou mais sentido na sua voz do que Chico Buarque. Sem falsa modéstia, e com aval do próprio compositor, Bethânia costuma se dizer sua melhor intérprete. E não é para menos: em quase cinco décadas de carreira, já interpretou mais de cinqüenta de suas canções.
Lulu Santos canta Roberto e Erasmo
Os números não mentem: sete milhões de discos vendidos, três dezenas de hits que atravessam gerações e uma intensa agenda de show – invariavelmente lotados – pelo país afora. Lulu Santos é um caso raro de artista que consegue manter a popularidade em alta, lançar discos com repertório inédito e dar continuidade a experimentação em seu repertório, que mistura rock, soul, funk e eletrônica, na mais perfeita tradução da música pop brasileira, gênero no qual é um precursor.
No ano em que comemora 30 anos de carreira, ele subirá ao palco despido de seus hits e de todo o repertório autoral pela primeira vez, para celebrar uma parceria responsável por outra infinita lista de canções que habitam a memória afetiva dos brasileiros há décadas: Roberto e Erasmo Carlos. A afinidade entre Lulu e o repertório da dupla já era evidente na regravação de ‘Se Você Pensa’, um dos grandes sucessos do álbum ‘Eu e Memê, Memê e Eu’ (1995), até hoje presença cativa em todas as pistas de dança.
Para o show, Lulu optou focar na fase roqueira do início da parceria do Rei com o Tremendão, entre canções que remetem à Jovem Guarda e outras afiliadas ao rock mais tradicional.
Sandy canta Michael Jackson
Mais do que uma fã, Sandy sempre se identificou com a obra e a carreira de Michael Jackson. Ambos começaram a carreira ainda crianças e bastante ligados à raiz familiar, experimentaram o sucesso avassalador na infância e passaram com louvor no desafio da carreira solo. Na primeira visita do astro pop ao Brasil, em 1993, Sandy – à época com dez anos – não somente conheceu o ídolo, como fez uma pequena participação em seu show, ao lado do irmão Junior, no Estádio do Morumbi.
Antes mesmo da precoce morte de Jackson, em 2009, ela já interpretara algumas músicas de seu repertório, mas nunca tinha pensado em realizar um tributo exclusivamente dedicado a ele. A experiência será um contraste com o repertório de seu elogiado último álbum, ‘Manuscrito’, somente com canções autorais. ‘Michael fez parte da minha infância, seu talento musical era indiscutível, penso que ele é como uma lenda: imortal, vai ficar para sempre na história’, declarou a cantora.
Circuito Cultural Banco do Brasil
O Circuito Cultural é uma proposta diferenciada e capilarizada de atuação na área cultural. A iniciativa teve como precursor o projeto Brasil Musical, lançado em 1993, que buscava popularizar a música instrumental brasileira. Realizado por cinco anos, o Brasil Musical atingiu um público variado, tendo recebido, em 1994, o prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), na categoria de Melhor Projeto de Música Popular, e, em 1997, o prêmio ABERJE – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, como Melhor Projeto Institucional da Região Centro-Oeste/Leste.
A partir de 1998 o projeto passou a incorporar intérpretes de MPB e deu origem ao Circuito Cultural Banco do Brasil no ano seguinte, quando o projeto percorreu quatro cidades, recebendo um total de 76 mil pessoas e arrecadando 15 toneladas de alimentos.
O Circuito Cultural passou então a contemplar as mais variadas manifestações artísticas: exposições de artistas locais (artes plásticas e fotografia), música, artes cênicas (teatro e dança), oficinas, palestras e mostras de vídeo.
Em 2000, o projeto percorreu 19 cidades, recebeu cerca de 370 mil pessoas e arrecadou mais de 100 toneladas de alimentos, em um formato que privilegiava grandes shows populares. Este modelo cresceu ao longo dos anos e durou até 2007 e, em 2008 e 2009, com estrutura parecida, passou a ser conduzido pelos CCBBs RJ, SP e DF.
Curitiba (Teatro Guaíra)
18/11 – Lulu Santos canta Roberto e Erasmo
19/11 – Sandy canta Michael Jackson
20/11 – Maria Bethânia canta Chico Buarque
São Paulo (Via Funchal)
21/11 – Sandy canta Michael Jackson
22/11 – Maria Bethânia canta Chico Buarque
23/11 – Lulu Santos canta Roberto e Erasmo
Ribeirão Preto (Teatro Pedro II)
06/12 – Maria Bethânia canta Chico Buarque
07/12 – Lulu Santos canta Roberto e Erasmo
08/12 – Sandy canta Michael Jackson
Goiânia (Teatro Rio Vermelho)
16/12 – Maria Bethânia canta Chico Buarque
17/12 – Sandy canta Michael Jackson
18/12 – Lulu Santos canta Roberto e Erasmo
Recife (Teatro Guararapes)
18/01 – Sandy canta Michael Jackson
19/01 – Maria Bethânia canta Chico Buarque
20/01 – Lulu Santos canta Roberto e Erasmo
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Charles Möeller e Claudio Botelho celebram Judy Garland em novo espetáculo
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A vida de Judy Garland (1922 – 1969) foi certamente mais dramática e acidentada que as inúmeras personagens e canções imortalizadas por ela em filmes, shows e discos. A intensidade sempre deu o tom de sua trajetória, desde o precoce início de carreira, ainda criança, à decadência dos últimos anos de vida, passando pelo avassalador sucesso juvenil em ‘O Mágico de Oz’, uma série de casamentos fracassados e a dependência química. ‘Judy Garland – O Fim do Arco-Íris’ não é uma biografia musical nem tem a intenção de contar a história da estrela, mas flagra os bastidores de sua última turnê, em Londres, entre momentos no palco e em um quarto no Hotel Ritz, onde se hospedava com Mickey Deans, que viria a ser seu quinto marido. Antes mesmo de chegar à Broadway – onde aporta em março – o texto, do inglês Peter Quilter, ganha versão brasileira com a assinatura de Charles Möeller e Claudio Botelho. A montagem entra em cartaz dia 11 de novembro no Teatro Fashion Mall, com Claudia Netto, Gracindo Junior e Igor Rickli no elenco e produção da Aventura Entretenimento.
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São Paulo recebe a 18ª edição do PercPan, principal festival internacional de música percussiva
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São Paulo, 18 de outubro de 2011 - A TIM traz, com exclusividade, o Panorama Percussivo Mundial (PercPan) para o Auditório Ibirapuera, em São Paulo, nos dias 11 e 12 de novembro. A 18ª edição do evento – que tem patrocínio da operadora, direção geral de Elisabeth Caires e curadoria de Hemano Vianna e Carlos Galilea –, terá em sua abertura o B'Net Marrakech, conjunto de instrumentistas e cantoras marroquinas Berberes (grupo étnico do Norte da África), e o rapper brasileiro Criolo, que se apresenta em formato inédito, ao lado de percussionistas convidados. Os ingressos para o festival começam a ser vendidos no dia 25 de outubro (terça-feira), a partir de 11h, em pontos de venda da Tickets For Fun (relação no serviço abaixo), através da internet (www.ticketsforfun.com.br) e por telefone (11 4003-5588).
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Adriana Calcanhotto faz três apresentações de 'O Micróbio do Samba' no Sesc Vila Mariana
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Depois de rodar o mundo com o show do cd 'O MICRÓBIO DO SAMBA', ADRIANA CALCANHOTTO desembarca em São Paulo para apresentá-lo pela primeira vez ao público paulista
Nos dias 1, 2 e 3 de dezembro (quinta a sábado), Adriana subirá ao palco do SESC VILA MARIANA para mostrar o aclamado show que já passou por Florença, Zurique, Tóquio, Hamburgo, Ljubjana, Lisboa, Porto, Buenos Aires, Rosario, Rotterdan, Milão, Roma, Nápoles, Cartagena, Figueira da Foz, Belo Horizonte, Natal, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Brasília.
Acompanhada por Davi Moraes (violão, cavaquinho), Alberto Continentino (baixo Acústico) e Domenico Lancellotti (bateria), Adriana apresentará os sambas que compõem o repertório do cd 'O Micróbio do Samba', lançado no início do ano. Entre eles, "Mais perfumado" (da própria Adriana, e que lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Melhor Canção de Língua Portugesa), "Tão chic" e "Deixa Gueixa" (todos de autoria da cantora) e também "Esses Moços" (de Lupicínio Rodrigues) e "Argumento" (Paulinho da Viola), entre muitos outros. O show, que está sendo registrado ao longo de suas diversas apresentações no Brasil e no mundo, em breve será lançado em DVD.
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'Queda Livre' estreia no Espaço Sesc
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Em plena noite de ano novo, quatro indivíduos se encontram por acaso no topo de um edifício com um único propósito: se matar. A partir deste insólito ponto de partida, ‘Queda Livre’ propõe o debate de um tabu e traça uma irônica radiografia de personagens e suas questões tipicamente urbanas. Livre adaptação do romance ‘Uma Longa Queda’, de Nick Hornby, a montagem estreia dia 21 de outubro na Sala Multiuso, do Espaço Sesc, com direção de Bernardo Jablonski e Fabiana Valor. Bruno Padilha, Gustavo Falcão, Marina Vianna e Luisa Arraes dão vida aos ‘suicidas’, em texto assinado pela própria Luisa, ao lado de Isabel Falcão e Isabel Mello.
O jovem trio de autoras, que tem entre 18 e 22 anos, é o responsável pela abordagem leve e bem-humorada desta situação-limite das personagens. ‘Apesar do tema, a peça nada tem de drama, tudo é tratado com um humor fino. O próprio texto brinca com o inusitado ‘engarrafamento de suicidas’ no terraço’, explica Fabiana Valor, convidada para assumir a direção ao lado de Bernardo Jablonski e retomar, assim, a dupla responsável por espetáculos bem-sucedidos, como ‘Triunfo Silencioso’ (2005) e ‘Eu, Henrique Viana...’ (2003).
Esta mistura de talentos veteranos e emergentes dá o tom de toda a ficha técnica espetáculo, que inclui a cenógrafa Aurora dos Campos, revelação nas últimas temporadas teatrais com os elogiados cenários de ‘A Forma das Coisas’, ‘O Estrangeiro’ e ‘Shirley Valentine’, todas dirigidas por Guilherme Leme. Desta vez, ela enfrenta o desafio de criar um espaço (o terraço do prédio) com poucos elementos.
Já os figurinos e a iluminação são assinados pelos experientes Jorginho de Carvalho e Inês Salgado, responsáveis por centenas de bem-sucedidas montagens. O último é, inclusive, colaborador constante da Cia. de Dança Deborah Colker e responde pela luz de todos os espetáculos da coreógrafa, além de colecionar todos os mais importantes prêmios da atividade, enquanto Inês possui uma série de bons trabalhos no cinema e recentemente ganhou o Prêmio Shell pelo figurino de ‘O Jardim das Cerejeiras’, com direção de Moacir Chaves (2009).
A trilha sonora ficou a cargo de Rodrigo Penna, ator que enveredou pelo lado musical e hoje está à frente do Bailinho e de outras disputadas festas conhecidas nacionalmente. Seguindo o conceito da direção, ele vai mesclar referências roqueiras, entre bandas clássicas e nomes contemporâneos. A supervisão geral de todo o projeto é de Guel Arraes, também pai de Luisa Arraes, atriz, autora e uma das idealizadoras da montagem.
QUEDA LIVRE
De Isabel Falcão, Isabel Mello e Luisa Arraes
Livremente inspirado em ‘Uma Longa Queda’, de Nick Hornby
Direção: Bernardo Jablonski e Fabiana Valor
Com Bruno Padilha, Gustavo Falcão, Marina Vianna e Luisa Arraes
Cenário: Aurora dos Campos
Figurinos: Inês Salgado
Iluminação: Jorginho de Carvalho
Trilha Sonora: Rodrigo Penna
Supervisão geral: Guel Arraes
Temporada de 21 de outubro a 13 de novembro
Espaço Sesc (Sala Multiuso)
Sextas e sábados, às 20h. Domingos, às 18h.
Ingressos a R$ 20.
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Theatro Municipal de São Paulo comemora centenário com 'Rigoletto', dirigido por Felipe Hirsch
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Inaugurado em 12 de setembro de 1911, o Theatro Municipal de São Paulo celebra seu centenário precisamente em 12 de setembro de 2011, com a estréia, nessa data apenas para convidados, de sua produção da ópera Rigoletto, de Verdi, com direção cênica do consagrado Felipe Hirsch, direção musical e regência do Maestro Abel Rocha à frente da Orquestra Sinfônica Municipal e Coral Lírico. Os barítonos Bruno Capronis e Rodolfo Giugliani se revezam no papel-título da ópera, que conta ainda com Alexandra Lubchansky e Lina Mendes, alternantes de Gilda, e a participação especial da soprano Celine Imbert.
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Deborah Colker leva ‘Tatyana’ para São Paulo
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Deborah Colker foi buscar inspiração para seu novo espetáculo em um grande clássico da literatura universal. ‘Tatyana’ é baseado em ‘Evguêni Oniéguin’, o romance em versos publicado em 1832 por Aleksandr Púchkin (1799-1837). Depois de uma celebrada estreia no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e uma extensa turnê nacional, a Companhia de Dança Deborah Colker traz a coreografia para uma curta temporada no Teatro Alfa, a partir de 9 de setembro.
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São Paulo recebe segunda edição do TelefônicaSonidos
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Depois do sucesso de sua primeira edição, em 2010, com público de 15 mil espectadores, o TelefônicaSonidos está de volta. O festival pioneiro na reunião de expoentes das músicas brasileira e latina acontece de 24 a 27 de agosto, novamente no Jockey Club de São Paulo. Até o momento, estão confirmadas 17 atrações de diversos gêneros e nacionalidades. As entradas começam a ser vendidas nesta sexta-feira, dia 8 de julho. A compra poderá ser feita nos pontos de venda da Ingresso Rápido; pelo site www.ingressorapido.com.br e pelo telefone (11) 4003-1212.
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Back2Black amplia formato em sua terceira edição
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O festival Back2Black, pioneiro na valorização da cultura negra mundial no Brasil, crescerá em sua edição 2011, firmando-se como um dos mais completos eventos culturais do país. De 26 a 28 de agosto, a centenária Estação Leopoldina servirá novamente como plataforma para shows, debates, exposições e intervenções artísticas, divididos em quatro espaços diferentes, com mais de 20 atrações musicais. Pela primeira vez, o local terá um mega palco montado exclusivamente para receber um dos maiores nomes do pop mundial, o multi-instrumentista Prince, que volta a tocar no Brasil após 20 anos, no dia 27. O início da venda de ingressos acontece na segunda quinzena de julho, em data a ser confirmada.
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Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) chega à 9ª edição com mais de 100 filmes na programação
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Em 2011, o Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) levará mais de 100 filmes para as salas de cinema da Rede Cinemark em nove cidades brasileiras, reunindo inéditos e clássicos, curtas-metragens brasileiros e internacionais, séries de TV e mostras especiais, além de oficinas de cinema de animação e debates. O evento começa no Rio de Janeiro e Niterói (de 19 a 28 de agosto), segue para Brasília (26 de agosto a 4 de setembro), São Paulo e Campinas (2 a 11 de setembro), Salvador e Aracaju (30 de setembro a 9 de outubro), Recife (12 a 23 de outubro) e Belo Horizonte (21 a 30 de outubro).
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Louise Cardoso reestreia ‘Velha é a Mãe!’ no Teatro Clara Nunes
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Ela acabou de fazer 70, mas isso é segredo de Estado. Horas de academia, algumas plásticas, aulas de boxe, natação e aplicações de botox ajudaram a manter sua aparência nos 50 e poucos anos. Por não agüentar tanta disposição, o marido a trocou por uma mulher, digamos, mais calma e a deixou à beira de um ataque de nervos. Responsável pela volta de Louise Cardoso à comédia depois de oito anos, esta tragicômica personagem é a estrela de ‘Velha é a Mãe’, texto inédito e premiado de Fábio Porchat, que reestreia no próximo dia 5 de agosto, no Teatro Clara Nunes, com direção de João Fonseca. O espetáculo comemora um ano e meio de sucesso e a marca de 40 mil espectadores e 180 apresentações em diversas cidades brasileiras.
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Tour do Rio 2011 reúne grandes nomes do ciclismo mundial e passa a valer pontos para a Olimpíada 2012, em Londres
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O Tour do Rio é uma competição de ciclismo que acontece no Estado do Rio, de 27 a 31 de julho. A primeira edição foi no ano passado. E a deste ano já chega com o status de maior prova internacional de ciclismo de estrada da América Latina, com distribuição de R$ 200 mil em premiação. Participam 10 equipes nacionais e oito internacionais, duas a mais do que em 2010. Os atletas vão percorrer cerca de 800 quilômetros, num cenário de montanhas, praias e reservas naturais, passando por Angra dos Reis, Volta Redonda, Três Rios, Friburgo, Região dos Lagos e Rio de Janeiro. Apesar de ser novidade no circuito mundial de competições de ciclismo, o Tour do Rio conquistou prestígio. A competição agora determina as equipes nacionais que vão participar de provas lá fora. E a pontuação também influencia na classificação dos atletas para as Olimpíadas de Londres, em 2012.
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19º Anima Mundi começa dia 15 de julho
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O Anima Mundi nunca foi apenas uma mostra de filmes. Oficinas, workshops, performances, encontros, fóruns e debates fizeram do festival um dos principais eventos do calendário audiovisual brasileiro e o consagraram como a grande vitrine para a produção de animação nacional e internacional. É com a experiência de quase duas décadas em atividade que o Anima Mundi chega à 19ª edição com fôlego de iniciante. De 15 a 24 de julho, o festival toma conta do Rio de Janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Casa França-Brasil, Odeon BR, Arteplex Botafogo e Oi Futuro Flamego e Ipanema, e segue para São Paulo, entre 27 a 31 de julho, no Memorial da América Latina, Centro Cultural Banco do Brasil, Espaço Unibanco Augusta e Cine Livraria Cultura.
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Festlip chega à sua quarta edição com a participação inédita da Galícia
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Primeiro festival a promover o intercâmbio teatral entre países da língua portuguesa, o Festlip chega à sua quarta edição comemorando, pela primeira vez, a participação da Galícia. Entre os dias 21 e 30 de julho, o Rio de Janeiro receberá 13 espetáculos teatrais inéditos, todos com entrada franca, de países como Portugal, Angola, Cabo Verde, Moçambique e Brasil, totalizando 40 apresentações, em meio a uma programação gratuita que inclui ainda oficinas, debates, palestras, exposição de fotografias, shows e uma mostra gourmet. Realizado pela Talu Produções, o festival rende homenagem este ano ao principal grupo de teatro-dança de Cabo Verde, Raiz di Polon.
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Eduardo Moscovis reestreia 'O Livro', seu primeiro monólogo
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Depois de colher elogios em sua estreia na cidade e em apresentações no Festival de Curitiba, Eduardo Moscovis retoma o espetáculo ‘O Livro’ em curta temporada no Espaço Sergio Porto, de 1 a 31 de julho. A montagem é o segundo fruto da parceria do ator com a diretora Christiane Jatahy após o elogiado ‘Corte Seco’ (2009). Ambos trabalham pela primeira vez com um texto de Newton Moreno, premiado autor de ‘As Centenárias’, ‘Maria do Caritó’, ‘Agreste’ e ‘A Memória da Cana’. Em cena, o ator vive um homem que recebe um livro do seu pai com a notícia que irá ficar cego.
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Sutil Companhia de Teatro comemora 18 anos de atividade com mostra no Sesc Belenzinho
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No ano em que completa a maioridade, a Sutil Companhia de Teatro se consolida como um dos mais estáveis e profícuos núcleos de criação teatral do país. Fundada em 1993 pelo diretor Felipe Hirsch e pelo ator Guilherme Weber, a companhia revelou – ao longo de 30 espetáculos – uma equilibrada equação entre a comunicação com a plateia, uma minuciosa pesquisa de linguagem e o constante diálogo com as artes visuais, a literatura, a música e o cinema.
O aniversário será comemorado em São Paulo a partir de 18 de junho com uma mostra de repertório inédita no SESC Belenzinho, que inclui a estreia do novo espetáculo da companhia, 'Trilhas Sonoras de Amor Perdidas' e o retorno de ‘Thom Pain / Lady Grey’ (2007) e ‘Não Sobre o Amor’ (2008), montagem que fez curta temporada e teve enorme sucesso de público e crítica, além de ter recebido o prêmio BRAVO! de melhor espetáculo de 2008 e o Shell de cenário (Daniela Thomas) e iluminação (Beto Bruel).
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Primeira edição do BMW Jazz Festival acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro
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Após hiato de alguns anos, o Brasil volta, em 2011, a fazer parte do circuito mundial dos grandes eventos de jazz. De 10 a 14 de junho, São Paulo e Rio de Janeiro recebem a primeira edição do inédito BMW JAZZ FESTIVAL, no Auditório Ibirapuera e no Oi Casa Grande. A realização do festival era um sonho antigo da filial brasileira da montadora alemã, frequentemente envolvida mundo afora em eventos ligados a arte, música, moda, arquitetura e design.
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Gabriel Villela dirige 'Crônica da Casa Assassinada'
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Mais célebre obra do escritor mineiro Lúcio Cardoso (1912 – 1968), ‘Crônica da Casa Assassinada’ ganha versão teatral a partir de 3 de junho, com a estreia da peça homônima, em adaptação de Dib Carneiro Neto e direção de Gabriel Villela. No palco, Xuxa Lopes e um elenco de nove atores dão vida ao romance. Dib e Gabriel repetem a parceria vitoriosa de ‘Salmo 91’, versão teatral do best-seller ‘Estação Carandiru’, que rendeu a Dib o Prêmio Shell de Melhor Autor.
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Charles Möeller e Claudio Botelho dirigem José Mayer 'Um Violinista no Telhado'
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O título da mais nova produção musical de Charles Möeller e Claudio Botelho, ‘Um Violinista no Telhado’, é também a expressão que melhor define a vida de seu protagonista. Pai de cinco filhas, o rústico Tevye é o leiteiro de um vilarejo judeu encravado na Rússia Czarista. Sempre em conflito para sobreviver e honrar as tradições religiosas, ele enfrenta problemas tanto dentro – as filhas se rebelam contra os casamentos arranjados – quanto fora de casa, em uma época que ataques russos (os chamados pogroms) expulsariam milhões de judeus da região.
Baseado nos tradicionais contos judaicos de Sholom Aleichem, ‘Um Violinista no Telhado’ estreou na Broadway em 1964, com música de Jerry Bock e Sheldon Harnick e uma celebrada coreografia de Jerome Robbins. Tornou-se imediatamente um clássico, sendo o primeiro musical da história do teatro americano a ficar em cartaz por mais de sete anos. Quase meio século depois, o musical ganha nova versão brasileira a partir de 20 de maio, no palco do Oi Casa Grande. Fruto de uma parceria entre a Aventura Entretenimento e a Conteúdo Teatral, a superprodução reúne elenco de 43 atores liderado por José Mayer, que faz sua estreia no teatro musical.
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Grandes nomes da cultura brasileira se apresentam em show em benefício da Childhood Brasil
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Algumas das maiores estrelas da cultura brasileira estarão no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 17 de maio, para o Espetáculo “Infância Livre de Exploração e Abuso Sexual”, chamando a atenção do país para a causa da Childhood Brasil, instituição brasileira que faz parte de uma organização internacional (World Childhood Foundation) fundada por S. M. Rainha Silvia da Suécia para proteger a infância e deixar as crianças serem crianças. Entre os nomes já confirmados estão Ana Botafogo, Caetano Veloso, Djavan, Marcelo Bratke, Maria Bethânia, Maria Gadú, Milton Nascimento, Renata Sorrah, Sandra de Sá, Sandy, Seu Jorge e Thiago Soares. A venda de ingressos para a noite terá início no próximo dia 3 de maio, através do site www.ingresso.com e na bilheteria do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
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Hector Babenco dirige Bárbara Paz em 'Hell'
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Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance ‘Hell’ marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, ‘Hell’ poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o vazio do excesso.
Foi Bárbara Paz quem entregou o livro a Hector Babenco, cineasta que começou no teatro e que pontua: ‘a descoberta de ‘Hell’ me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu’. Em pouco tempo, o diretor começou a adaptação do livro para o palco – a primeira no mundo – em parceria com Marco Antônio Braz. A montagem estreou no final do ano passado em São Paulo e arrebatou mais de 18 mil espectadores em dois meses de temporada, sempre com casa lotada. A peça chega ao Rio a partir de 13 de maio, para temporada de dois meses no Teatro dos Quatro.
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Sutil Companhia de Teatro estreia 'Trilhas Sonoras de Amor Perdidas' no Festival de Curitiba
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A maioria das fitas gravadas se transformaram em CDs, que se transformaram em Playlists. A tecnologia muda, mas o espírito é o mesmo. É uma necessidade humana fundamental passar canções adiante e não importa como a tecnologia evolua, a música continua em movimento. O herói da nossa história é dono de uma coluna no jornal e de um programa de rádio. Sua aventura é tentar resgatar trilhas sonoras de amor perdidas. Mixtapes, fitas gravadas, acompanhadas ou não de cartas de amor. Salvá-las do limbo do esquecimento e incentivar a criação de outras trilhas. Quando eles se encontram, não há nada em comum, exceto que os dois amam música. Uma canção do Velvet Underground começa a tocar. Garoto e garota falam sobre a música. Ele grava uma fita com suas músicas favoritas para ela. E então começa. Segunda parte da Trilogia Som & Fúria, iniciada em 2000 com a arrebatadora “A Vida é Cheia de Som e Fúria”.
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Paulo José homenageia Augusto Boal com nova montagem de 'Murro em Ponta de Faca'
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Escrita em 1971 pelo então recém-exilado Augusto Boal (1931-2009), ‘Murro em Ponta de Faca’ teve uma única montagem nacional em 1978, dirigida por Paulo José como forma de lembrar o amigo, que na época desenvolvia seu trabalho em países vizinhos. Mais de três décadas depois, Paulo retomou o texto e se alarmou com a atualidade das questões ali tratadas, através da história de um grupo de brasileiros exilados em plena ditadura militar. Para homenagear Boal, a peça ganha nova montagem com elenco inteiramente de Curitiba. Depois de uma série de ensaios abertos na capital paranaense, o espetáculo estreia no Rio de Janeiro, no Espaço Sesc em 15 de abril.
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Companhia de Pina Bausch volta ao Rio após quase quinze anos
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Um dos maiores nomes da dança do século 20, a alemã Pina Bausch faleceu em 2009 sem realizar um de seus desejos: voltar a se apresentar no Rio de Janeiro. Somente agora, quase dois anos após a sua morte, a companhia que fundou, dirigiu e hoje leva o seu nome retorna à cidade. Nos dias 5, 6 e 7 de abril, a Tanztheater Wuppertal Pina Bausch traz ao palco do Theatro Municipal – onde esteve pela úlitma vez em 1997 – o espetáculo Ten Chi, uma das últimas criações da coreógrafa. Depois, a peça segue para São Paulo (Teatro Alfa, dias 14, 16, 17, 18 e 19) e Porto Alegre (Teatro do Sesi, dias 23 e 24).
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Babel, uma das maiores editoras da Portugal, chega ao Brasil
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O mercado literário brasileiro assistirá, em março, ao nascimento de uma nova editora. Com uma proposta inovadora, que inclui edições “clonadas” (reproduções idênticas de versões originais antigas), curadoria editorial de um grande escritor e uma coleção de clássicos fora do cânone, a BABEL, um dos principais grupos editoriais portugueses, desembarca aqui com um braço 100% nacional, fruto de um investimento inicial de R$ 6 milhões. O novo empreendimento, que será oficialmente lançado com um evento no dia 14 de março, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, chega com a promessa de produzir mais de 100 títulos a cada doze meses.
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Adriana Calcanhotto lança 'O Micróbio do Samba'
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Dirigido por Monique Gardenberg, 'Inverno da Luz Vermelha' chega ao Rio em março
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Amor e obsessão são sentimentos que nem sempre possuem uma fronteira bem definida. Quando eles se envolvem em um triângulo amoroso, o resultado costuma ser devastador. Em ‘Inverno da Luz Vermelha’, o americano Adam Rapp construiu um delicado estudo sobre o tema, ao retratar as consequências que uma noite em comum pode trazer à vida de três pessoas. Indicado ao Prêmio Pulitzer em 2006, o texto é o responsável pela volta de Monique Gardenberg à direção teatral depois de três anos. Com André Frateschi, Marjorie Estiano e Rafael Primot no elenco, o espetáculo chega ao Rio no próximo dia 18 de março, no Teatro Gláucio Gill, depois de temporadas bem-sucedidas em São Paulo e Brasília.
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Marco Nanini e Felipe Hirsch levam 'Pterodátilos' a São Paulo
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Quando o ator Marco Nanini, o diretor Felipe Hirsch e o produtor Fernando Libonati se reuniram para discutir qual peça montariam, os três traziam a mesma proposta: remontar ‘Pterodátilos’, texto do americano Nicky Silver que reuniu pela primeira vez o trio há oito anos e ganhou o prêmio APCA de melhor espetáculo de 2002. A rigor, mais que uma remontagem, o espetáculo é um trabalho completamente renovado. O texto foi revisado por Felipe, que incluiu extratos de outras obras do autor. O cenário, de Daniela Thomas, também diretora de arte, passa por uma desconstrução reveladora. E o elenco traz, além de Nanini, os talentos de Mariana Lima, Álamo Facó e Felipe Abib. Depois de uma bem-sucedida temporada no Rio, a montagem desembarca no Teatro Faap no próximo dia 18 de março, trazendo na bagagem três indicações ao Prêmio Shell de teatro: ator (Marco Nanini), atriz (Mariana Lima) e cenário (Daniela Thomas).
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Sutil Companhia de Teatro comemora 18 anos com mostra de repertório no Rio
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No ano em que completa a maioridade, a Sutil Companhia de Teatro se consolida como um dos mais estáveis e profícuos núcleos de criação teatral do país. Fundada em 1993 por Felipe Hirsch e Guilherme Weber, a companhia revelou uma equilibrada equação entre a comunicação com a plateia, uma minuciosa pesquisa de linguagem e o constante diálogo com as artes visuais, a literatura, a música e o cinema. O aniversário será comemorado a partir de 15 de janeiro no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico, com dois espetáculos inéditos por aqui: ‘Temporada de Gripe’ (2003) e ‘Thom Pain / Lady Grey’ (2007), além da volta de ‘Não Sobre o Amor’ (2008), montagem que estreou na cidade com grande sucesso de público e crítica e recebeu o prêmio BRAVO! de melhor espetáculo de 2008.
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Fabianna de Mello e Souza estreia dois espetáculos no Espaço Sesc
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Há 25 anos, Fabianna de Mello e Souza iniciava uma carreira em que, desde o início, desbravou caminhos novos e até mesmo inéditos para uma atriz brasileira. Depois de integrar o Grupo Tapa e criar a sua própria companhia, ela foi convidada por Ariane Mnouchkine a integrar o elenco do respeitado Théâtre du Soleil, onde se apresentou por uma década. Foi entre as tu
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