POR ACASO NO RIVAL

José Maurício Machline reedita programa de entrevistas

que comandou na televisão até 2004, agora em formato inédito

 Estão confirmadas participações de Zeca Pagodinho,

Mariene de Castro, Gal Costa, Alice Caymmi, João Bosco,

Hamilton de Holanda, Lenine, Roberta Sá, Ney Matogrosso e Filipe Catto

Fotos para download em www.factoriacomunicacao.com

 Idealizado e apresentado a partir de 1991 pelo produtor José Maurício Machline, o programa televisivo de entrevistas Por Acaso está de volta depois de um hiato de 12 anos. O projeto agora ganha um novo formato, aberto ao público, e deixa os estúdios de televisão para ocupar o palco do Teatro Rival, sempre às quartas-feiras, a partir de 9 de novembro, quando recebe Zeca Pagodinho e Mariene de Castro em sua edição de estreia, com entrada franca. Nas semanas seguintes, o evento traz Gal Costa e Alice Caymmi (16/11); Lenine e Roberta Sá (23/11); João Bosco e Hamilton de Holanda (30/11); Ney Matogrosso e Filipe Catto (07/12), com ingressos a preços populares (informações no serviço abaixo).

Criador da mais respeitada premiação da música brasileira há quase três décadas, Machline estendeu sua paixão à música em várias direções ao longo da carreira, uma delas o programa de TV Por Acaso, que comandou em duas emissoras até 2004 e reúne um impressionante acervo de mais de 600 entrevistas com artistas e personalidades da cultura brasileira de todos os gêneros e gerações.

A parceria com Leandra Leal e Alê Youssef – à frente do Rival desde abril, quando o espaço reinaugurou após ampla reforma – veio ao encontro de um desejo antigo de Zé Maurício, como é carinhosamente chamado no meio, de reeditar o programa: “Há algum tempo vinha pensando em retomar este projeto e essa colaboração traz a oportunidade não apenas de realizá-lo, como também oferece uma possibilidade ainda mais ampla de interagir com os artistas em um formato ao vivo, que trará mais calor e dinamismo às entrevistas”, explica. Além da audiência presente, o público também poderá assistir aos melhores momentos do programa através de vídeos que serão disponibilizados no canal do Prêmio da Música Brasileira, no Youtube.

Rebatizado de Por Acaso no Rival, o programa será abrangente e, assim como o Prêmio, irá contemplar todos os gêneros da música brasileira, recebendo a cada semana uma dupla ou trio que tenha algum tipo de afinidade artística. “A ideia é sair do lugar comum, promover encontros interessantes entre músicos com a mesma linguagem, entremeando a conversa com números musicais que fujam do repertório mais conhecido do artista”, detalha Machline.

José Maurício Machline

 José Maurício sempre foi um apaixonado por música. Isso explica porque, ainda como executivo do Grupo Sharp, começou a se envolver com produção musical. Em 1982, fundou a empresa Pointer, que mais tarde se transformou num selo com discos lançados de Leny Andrade, Jane Duboc e César Camargo Mariano, entre outros. Em 1987, criou o Prêmio Sharp de Música – rebatizado anos mais tarde de Prêmio Tim de Música até se consolidar definitivamente como o Prêmio da Música Brasileira – e o Prêmio Sharp de Teatro. A década de 90 trouxe novidades. Em 1991, começou a apresentar Por acaso, programa de TV em que entrevistava artistas e celebridades. Como produtor, esteve à frente de importantes eventos como o Prêmio Craque do Brasileirão, Prêmio Caras de Música, Brasil in Mônaco, entre outros.

Teatro Rival

Criado em 1934 por Américo Leal, o Rival sempre foi referência da vanguarda artística carioca e um dos principais palcos do Teatro de Revista, Teatro do Rebolado e de shows de travestis recebendo em seu palco ícones como Grande Otelo, Oscarito, Dercy Gonçalves, Rogéria, Jane di Castro e Divina Valéria, entre muitos outros. A partir de 2000, já sob a direção de Angela Leal, iniciou parceria com a Petrobras, que passou a integrar seu nome, e abrigou uma ampla programação musical passando pelas mais diferentes vertentes musicais. Nomes como Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Alcione, Arlindo Cruz, Luis Carlos da Vila e João Nogueira, no samba; Cauby Peixoto, Angela Maria e Elza Soares, ou ainda João Bosco, Emílio Santiago, Luis Melodia, Ivan Lins, sem esquecer Cassia Eller, Lenine, Adriana Calcanhotto, Seu Jorge e Otto se apresentaram por lá. Fechado por três meses para reforma, o Rival foi reaberto no fim de abril deste ano, sob a direção de Leandra Leal, marcando a terceira geração da família à frente do teatro, com uma série de novidades, a partir do trinômio música, gastronomia e boemia. Para isso, estabeleceu parcerias com a consagrada chef Kátia Barbosa, do restaurante Aconchego Carioca, e sua filha Bianca; Alê Youssef, na curadoria artística, e Pedro Henrique Trajano na administração. Com programação variada durante toda a semana, o Rival ganhou ainda um anexo, o Rivalzinho, no local do Café Rival. Novo bar, voltado para a rua, em pouco tempo se tornou um point concorrido da boemia carioca.

Serviço:

POR ACASO NO RIVAL

Com José Maurício Machline

Programação:

Dia 9/11 –  Zeca Pagodinho e Mariene de Castro

Horário: 20h

Entrada Franca

Dia 16/11 –  Gal Costa e Alice Caymmi

Dia 23/11 –  Lenine e Roberta Sá

Dia 30/11 – João Bosco e Hamilton de Holanda

Dia 07/12 –  Ney Matogrosso e Filipe Catto

Horário: 20h

Ingresso: R$ 10,00

Teatro Rival

Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia – Centro

Tel: 21 2240-4469

Informações para a imprensa:

Factoria Comunicação

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(21) 2249.1598 / 2259.0408