MARIENE DE CASTRO E ALMÉRIO CELEBRAM ENCONTRO EM SHOW INÉDITO DIRIGIDO POR JOSÉ MAURÍCIO MACHLINE

 ‘ACASO CASA’ – Dias 13 e 14 de dezembro – Teatro XP Investimentos

Ela é baiana, deu seus primeiros passos como cantora da Timbalada e, nos últimos anos, ganhou as plateias do país com performances arrebatadoras e se consolidou no exterior como uma das grandes novidades vindas do Brasil. Ele nasceu em Altinho (PE) e tem chamado a atenção – incluindo aí uma aclamada participação no último Rock in Rio – por suas composições e pela intensa teatralidade de suas interpretações.

Mariene de Castro e Almério se conheceram em uma festa de José Maurício Machline, quando improvisaram algumas canções e vararam a noite em emocionante cantoria. O encontro foi tão forte que ali mesmo decidiram montar um show, com as bênçãos de Machline, que assina a direção e a idealização do espetáculo. Batizado de ‘Acaso Casa’, o show fará duas únicas apresentações nos dias 13 e 14 de dezembro, no Teatro XP Investimentos.

‘Numa reunião em casa onde vários amigos deram canja, os dois se conheceram e se afinaram de forma inusitada, inclusive no que diz respeito ao tom, que muitas vezes entre homem e mulher é muito difícil. Ter escutado e visto a emoção que eles tiveram na união do canto foi uma coisa que contagiou a quem os assistia, mas principalmente aos dois cantores que se emocionaram de alguma forma que as lágrimas caíam em forma de música’, conta Machline.

No palco, eles vão passear por um repertório marcado pela afetividade, em canções que remetem à memória musical da casa de cada um. Entre solos e duetos, números como ‘Segredo’, ‘Na Primeira Manhã’, ‘Foguete’, ‘Lamento Sertanejo’ e ‘Espumas ao Vento’ vão dar o tom da apresentação. A ideia é trazer um pouco a atmosfera daquela primeiro e improvisado encontro e fazer com que o público compartilhe da experiência vivida pelos privilegiados que presenciaram a ocasião.

‘’Acaso Casa’ é pelo fato deles terem trazido de improviso o que remete à verdade musical de casa um, o que ouviram na sua casa, na sua família, os seus gostos e referências pessoais, o que a alma de cada um guardou de mais significativo. Este encontro me motivou e me emocionou ao ponto de mostrar no palco e para o público sentimento que tivemos, traduzida em espetáculo’, comenta o diretor.

Sobre Mariene de Castro:

A intimidade com o palco, que fica latente a quem assiste a um show da artista, começou muito cedo. Aos cinco anos, ela já se apresentava em espetáculos de dança no Teatro Castro Alves, em Salvador, sua cidade natal. Na adolescência, soltava a voz como integrante do grupo Timbalada, de Carlinhos Brown e, em 1996, teve a oportunidade de realizar seu primeiro show solo, no Pelourinho. No mesmo dia, na plateia, estavam produtores franceses que se encantaram por Mariene e a convidaram para uma turnê por 20 cidades da França. Na ocasião, chegou a ser comparada pela crítica local à mítica cantora Edith Piaf, pela força de sua interpretação e a singularidade de seu timbre vocal.

Mariene de Castro despontou no cenário musical brasileiro identificada como uma força da natureza. Seu conterrâneo Roque Ferreira – um dos compositores prediletos da cantora – intuiu certa vez que ela nunca pisava num palco sozinha: alguma força superior entrava com ela em cena e impregnava sua música. Quem a viu crescer nesses anos todos, pôde notar em detalhes a lapidação de seu canto, potente, afinado e caloroso. A pedra lançada na corrente da Timbalada e de Carlinhos Brown, com quem começou dando apoio vocal, adquiriu forma e brilho próprios. Mariene é muito respeitada no Brasil e tem uma carreira internacional consolidada, tendo se apresentado em diversos países; Além da França, Espanha, Portugal e Israel são alguns deles.

Sobre Almério:

Almério é compositor, cantor, ator teatral com olhar peculiar sobre o mundo e o País, que espontaneamente vive de uma antiga e infalível forma de fazer arte: olhar para o que está mais próximo e com isso criar identidade com o que está mais distante.

‘Poxa, a gente pode fazer música?’ foi a pergunta que o pequeno Almério se fez quando ouviu uma vizinha tocar violão. Nascia ali, na cidade natal de Altinho (PE), o artista, que se mudaria aos 20 anos para Caruaru munido de sua “caixinha de sonhos”, para trabalhar numa banca de revistas. Hoje, aos 37 anos, ele vive entre essa cidade do agreste pernambucano e a capital do estado, Recife.

Influenciada pelos aboios do avô na zona rural de Altinho e pelas bandas de pífanos de Caruaru, a música de Almério nasce com tonalidades modernas e tributária da, digamos, MPB heroica dos anos 1960 e 1970. Apadrinhado pelos pernambucanos Alceu Valença e Geraldo Azevedo e pela paraibana Elba Ramalho (convidada especial na faixa “Do Avesso”, do seu segundo álbum “Desempena”), ele conheceu o Rio de Janeiro, quando fez abertura para o show O Grande Encontro, dos três artistas nordestinos.

ACASO CASA
Com Mariene de Castro e Almério

Direção: José Maurício Machline
Músicos: Juliano Holanda (violão), Pedrinho Franco (violão) e Gel Barbosa (acordeon)
Produção: Marcia Braga e Thayane Alves

TEATRO XP INVESTIMENTOS
Jockey Clube do Rio de Janeiro

Dias 13 e 14 de dezembro
Quarta e quinta, às 21h.

Ingressos a R$ 100

Informações para a Imprensa:

Factoria Comunicação
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Pedro Neves (pedro@factoriacomunicacao.com)
(21) 2249-1598 / 2259-0408